"Como dois e dois são quatro/Sei que a vida vale a pena/Embora o pão seja caro/E a liberdade pequena" (Ferreira Gullar)
Meu Diário
18/10/2019 21h54
PRONTO, FALEI! (8)

     Não vejo mais possibilidade de mediação: ou o jornalismo coloca o ponto e vírgula em cativeiro ou o ponto e vírgula acaba com a linguagem do jornalismo.



Publicado por Landro Oviedo em 18/10/2019 às 21h54
 
09/10/2019 22h42
PRONTO, FALEI! (7)

     A proposta de trocar sexo por liberdade nunca me pareceu um negócio viável num mercado sempre conturbado e cheio de novidades.



Publicado por Landro Oviedo em 09/10/2019 às 22h42
 
04/10/2019 22h14
PRONTO, FALEI! (6)

     Quando o "Ele não" significa "Lula sim" fico com a sensação de que estamos estacionados no atraso.


Publicado por Landro Oviedo em 04/10/2019 às 22h14
 
03/10/2019 20h35
PRONTO, FALEI! (5)

O bom polemista terça armas no atacado e distribui gentilezas no varejo.


Publicado por Landro Oviedo em 03/10/2019 às 20h35
 
01/10/2019 22h07
VALEU, CORREIO DO POVO!

     Quando lancei meu primeiro livro de poesias, passei uma noite sem dormir esperando o que sairia no Correio do Povo no dia do lançamento em Passo Fundo. O meu amigo e padrinho Joaquim Moncks havia enviado um release para o Jayme Copstein. Nessa época, eu acabara de completar o curso técnico de redator na Escola Estadual Cecy Leite Costa e não sabia se estava ou não com um pé no jornalismo, porque não havia espaço para exercer. Posteriormente, até acabaria trabalhando um curto período no jornal O Nacional, veículo passo-fundense fundado pelo grande jornalista Múcio de Castro.
     Anos depois, após cursar Letras, quando então já havia publicado meus primeiros textos no antológico jornal RS, do genial Sérgio Jockymann, por mediação do meu amigaço escritor Arnaldo Campos, surgiu uma oportunidade de trabalhar na revisão de textos do Correio do Povo. Desde então, já fui revisor, professor de português na redação, coorganizador de oficinas de jornalismo e editorialista, função que passei a exercer com muita honra por suceder próceres do jornalismo gaúcho, como Amir Domingues e Manoel Braga Gastal. Se tenho algo de inusitado a dizer é o fato de que, em períodos intermitentes, já trabalhei dez vezes no jornal, duas como freelancer e oito com registro formal. Deve ser um recorde.
     Ao ver o jornal completar 124 anos e ter outra vez o privilégio de escrever mais um editorial registrando tal passagem, sinto-me grato por esta oportunidade que a vida me deu. Também fico lisonjeado por ter um espaço onde escrevi tantos artigos sobre cultura, linguagem, literatura e história, com ênfase na produção gaúcha, e incentivei múltiplas iniciativas culturais.
     O Correio do Povo é uma casa onde fiz a minha trajetória de vida, onde pude exercer meu ofício com a satisfação que todo trabalhador deveria ter no seu cotidiano. E com a sensação de ser bem acolhido.
     Espero que eu possa compartilhar com vocês outro texto como este quando o Correio do Povo completar outros 124 anos de existência. Quanto às datas dos fatos referidos anteriormente, vocês podem me consultar em privado que é bem capaz de eu enviá-las.

 

Foto: Pedro Dreher


Publicado por Landro Oviedo em 01/10/2019 às 22h07



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"A VIDA É BELA. QUE AS FUTURAS GERAÇÕES A LIMPEM DE TODO MAL, DE TODA OPRESSÃO E VIOLÊNCIA E A DESFRUTEM PLENAMENTE." (LEON TRÓTSKI)