"Como dois e dois são quatro/Sei que a vida vale a pena/Embora o pão seja caro/E a liberdade pequena" (Ferreira Gullar)
Meu Diário
10/12/2018 18h44
CD "BEM GALPONEIRO", A GRATA SURPRESA DO GAITEIRO JOÃO CAMARGO

     Nesta segunda-feira, comecei a semana recebendo outra visita ilustre no meu escritório. O gaiteiro e cantor João Camargo está dando à luz da feira do gauchismo o CD “Bem galponeiro”, produzido pelo mestre Beto Caetano, e veio me trazer a novidade ainda quentinha do forno da arte. São várias canções que cantam as coisas do Rio Grande de uma forma lúdica e brejeira passando bem longe do jocoso de mau gosto, que se tornou tão comum. Trata-se exaltar o amor, os costumes, a lida, as paisagens, tudo aquilo que fala direto no coração do gaúcho. São vaneiras e outros ritmos em gravações primorosas, mostrando um cuidado de estúdio que valoriza a atenção dos ouvintes. Excelente trabalho para se ouvir tomando um mate, um café ou um vinho, num brinde à arte e à vida. O João Camargo foi o gaiteiro do CD que fizemos com César Pirelle e era nosso parceiro frequente na Estância de São Pedro, bar e restaurante que marcou época em Porto Alegre reunindo os amantes da música nativa. Boa sorte, João, nesta nova empreitada. Contatos com o João Camargo podem ser feitos pelo fone (51) 99388-0550. Recomendo o CD, está realmente de alto nível  e é um excelente presente de fim de ano, seja para ti mesmo(a), seja para um amigo, seja para um parente. Prestigie o artista.



Publicado por Landro Oviedo em 10/12/2018 às 18h44
 
09/12/2018 03h19
BOLSONARO, ME RESPONDE

     Jair Bolsonaro, presidente eleito, me responde uma coisa que está desafiando meu entendimento. Acho que estou ficando idiota sem perceber. Por que uma pessoa que movimenta mais de R$ 1,2 milhão na sua conta pessoal precisa de te pedir um empréstimo de R$ 40 mil em dez vezes? 

 


Publicado por Landro Oviedo em 09/12/2018 às 03h19
 
07/12/2018 21h50
BOLSONARO E SUA TRUPE IMITAM OS PETISTAS

     Quando surgiam denúncias da corrupção dos petistas e seus puxadinhos, o que eles faziam, diante dos fatos óbvios dos malfeitos? Vinham com aquele discurso de que a Lava Jato só investigava o PT (claro, eram os que estavam no poder cometendo crimes) e deixava de lado o PSDB e o ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG). Procuravam desviar o foco dos seus crimes acusando terceiros, como se um delito justificasse o outro.
     Agora, diante das denúncias de que o filho de Bolsonaro movimentou cerca de R$ 1,2 milhão, inclusive envolvendo o nome da futura primeira-dama, o que fazem os membros da tropa de choque do futuro governo? Em vez de se explicar, começaram a relembrar outros ilícitos do PT. Ora, cada um tem que responder pelos seus atos e por suas próprias falcatruas. O deputado federal Onix Lorenzoni, que tem muito para se explicar, veio com essa conversa, que é uma manobra diversionista para tentar colocar a sujeira pra debaixo do tapete novo de um governo com práticas velhas. Não vai colar.


Publicado por Landro Oviedo em 07/12/2018 às 21h50
 
06/12/2018 23h21
ADEUS, TARCISO, GRATIDÃO POR TUDO

     Nesta quarta-feira, 5 de dezembro, arranjei um tempo para ir me despedir de Tarciso, grande atacante do Grêmio nas décadas de 70 e de 80, o que mais vezes jogou com a camiseta tricolor. Sua história pessoal é de superação, depois de muitos reveses e dramas numa época em que o time gremista colecionava derrotas diante de um Internacional que tinha um dos melhores times de futebol de todos os tempos, tanto que enfileirou conquistas, chegando a octacampeão gaúcho. Certa vez, ele chegou a dizer que não aguentava mais perder grenais.
     Há um ditado que o senso comum consagrou que diz que não há mal que sempre dure. Em 1977, o Grêmio formou um time lendário que qualquer gremista vivo daquela época sabe de cor  — Corbo; Eurico, Ancheta (Cassiá), Oberdan e Ladinho; Vitor Hugo, Iura e Tadeu Ricci; Tarciso, André e Éder. Muitos dos jogadores já eram considerados veteranos e vieram para Porto Alegre numa missão que se tornaria histórica: interromper a hegemonia do Internacional. Pois foi essa equipe que conquistaria o campeonato gaúcho daquele ano e, em algum tempo, estaria na gênese do movimento que levaria o clube do Estádio Olímpico às suas maiores glórias, com Tarciso cumprindo um papel preponderante.
     Anos depois, já em Porto Alegre, fui professor da Roberta, filha maravilhosa do Tarciso, no então segundo grau numa escola inesquecível e cooperativada, a Santa Rosa de Lima, no bairro Santana. Passados alguns anos, já não nos víamos mais, mas como o Tarciso morava no Centro Histórico, como eu, às vezes ele me colocava em contato telefônico com ela para renovar o vínculo.
  O Tarciso tinha seus eleitores fieis porque nunca os abandonou. Mesmo com cargos no parlamento, nunca deixou de fazer o que sempre fez, nunca deixou de ser quem sempre foi e continuou a manter os amigos de sempre, as mesmas parcerias. Sua rotina não foi alterada e todos o tinham como uma pessoa sem ostentação, humilde, operosa e prestativa. O mundo esportivo perdeu um dos seus maiores atletas e a Capital ficou mais vazia, pois o Flecha Negra partiu sem poder ser vislumbrado nesse ato derradeiro. Adeus, Tarciso, que tuas vitórias e até mesmo as derrotas, de intenso aprendizado, continuem a nos inspirar para que possamos fazer jus à tua memória. 


Publicado por Landro Oviedo em 06/12/2018 às 23h21
 
03/12/2018 22h34
DÚVIDA GASTRONÔMICA DE PORTUGUÊS

O prato é servido durante a noite ou feito à noite?


Publicado por Landro Oviedo em 03/12/2018 às 22h34



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"A VIDA É BELA. QUE AS FUTURAS GERAÇÕES A LIMPEM DE TODO MAL, DE TODA OPRESSÃO E VIOLÊNCIA E A DESFRUTEM PLENAMENTE." (LEON TRÓTSKI)